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O Índice Bovespa é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações do mercado de ações brasileiro. Sua relevância advém do fato de o Ibovespa retratar o comportamento dos principais papéis negociados na Bovespa.

O que é o Índice Bovespa ?

É o valor atual, em moeda corrente, de uma carteira teórica de ações constituída em 2/1/1968 (valor-base: 100 pontos), a partir de uma aplicação hipotética. Com uma metodologia de fácil acompanhamento pelo mercado, o Índice Bovespa representa o comportamento médio das principais ações transacionadas e o perfil das negociações a vista observadas nos pregões da BOVESPA.

A variação em pontos é diretamente relacionada a variação percentual da carteira hipotética, por exemplo, se a média das variações das ações dessa carteira foi de 10%, a pontuação vai de 70.000 para 77.000 pontos.

Como há variações sazonais dos ativos mais negociados, a cada quatro meses é realizada uma nova avaliação para compor o índice, no dia 2 de maio (2008), por exemplo, começou a vigorar a nova carteira teórica do Índice Bovespa (Ibovespa), que vale até 29 de agosto. Em sua nova composição, a carteira lista 66 ações e registra a entrada das ações da JBS (JBSS3), Rossi Residencial (RSID3) e Usiminas (USIM3), além da saída da AM Inox BR, a antiga Acesita (ACES4).

Os cinco ativos com maior peso na composição do índice são Petrobras PN (PETR4), com 14,139%; Vale PNA (VALE5), com 12,749%; Bradesco PN (BBDC4), com 3,840%; Vale ON (VALE3), com 3,349%; e Itaú PN (ITAU4), com 3,161% de participação.

Na classificação setorial da carteira, petróleo (16,780%), mineração (16,097%) e serviços financeiros (15,023%) permanecem na liderança, seguidos pelos setores de siderurgia/metalurgia (9,796%), energia (8,494%), transporte (4,894%), telefonia fixa (4,516%), comércio (4,067%), alimentos (3,758%) e papel/celulose (2,821%).

Premissas

A escolha dos papéis componentes do Índice Bovespa, bem como suas respectivas ponderações, atendeu aos seguintes critérios básicos:

  • os 66 ativos escolhidos estiveram entre os 80% do índice de negociabilidade;
  • apresentaram liquidez em pelo menos 80% dos pregões até o dia 30 de abril;
  • movimentaram pelo menos 0,1% do volume total da Bovespa.

Metodologia

Para manter a representatividade dos índices, a Bovespa promove a reclassificação das carteiras ao final de cada quadrimestre, vigorando para os períodos de janeiro a abril, maio a agosto e setembro a dezembro.

Abaixo a lista completa com ativos que representam o índice Ibovespa por ordem de participação, destacados as dez primeiras ações.

COD.
AÇÃO
TIPO
QTD. TEÓRICA
PARTICIPAÇÃO %

PETR4
PETROBRAS
PN EB
227,39112495815
14,139

VALE5
VALE R DOCE
PNA
161,45431830862
12,749

BBDC4
BRADESCO
PN
68,23067052133
3,840

VALE3
VALE R DOCE
ON
34,62299612278
3,349

ITAU4
ITAUBANCO
PN ED
45,24629660051
3,161

USIM5
USIMINAS
PNA EB
25,61171333759
3,063

UBBR11
UNIBANCO
UNT
76,21789409645
2,782

CSNA3
SID NACIONAL
ON EDJ
25,80752006582
2,768

PETR3
PETROBRAS
ON EB
35,41578254463
2,640

GGBR4
GERDAU
PN
26,73803838033
2,591

ITSA4
ITAUSA
PN EBS
151,07151819149
2,437

BBAS3
BRASIL
ON
55,86664782529
2,379

CMIG4
CEMIG
PN EDB
35,41870663757
1,800

ALLL11
ALL AMER LAT
UNT ED
54,52412230693
1,743

NETC4
NET
PN
46,33724001429
1,562

CESP6
CESP
PNB
39,87783845098
1,545

TNLP4
TELEMAR
PN
27,16035816031
1,521

BRAP4
BRADESPAR
PN EJ
19,54667733724
1,415

CYRE3
CYRELA REALT
ON ED
31,29976702596
1,279

GOLL4
GOL
PN ED
31,85457403945
1,228

AMBV4
AMBEV
PN ES
6,62864701998
1,211

BTOW3
B2W VAREJO
ON
14,03879631094
1,140

TAMM4
TAM S/A
PN
20,08483371923
1,130

LAME4
LOJAS AMERIC
PN
64,14457876016
1,125

PRGA3
PERDIGAO S/A
ON EJ
16,38570408700
1,105

ELET6
ELETROBRAS
PNB
28,43395425425
1,081

LREN3
LOJAS RENNER
ON
18,55979691971
1,072

CSAN3
COSAN
ON
23,79935056859
1,048

SDIA4
SADIA S/A
PN
55,91525390231
1,000

TCSL4
TIM PART S/A
PN
119,16432880974
0,994

GFSA3
GAFISA
ON
18,45615393144
0,992

ELET3
ELETROBRAS
ON
25,17188521863
0,927

NATU3
NATURA
ON
31,13806876167
0,890

BRKM5
BRASKEM
PNA
41,21479198220
0,870

VIVO4
VIVO
PN
48,34769490344
0,862

ARCZ6
ARACRUZ
PNB
42,77539835115
0,845

ELPL6
ELETROPAULO
PNB ED
15,30948824274
0,830

CPLE6
COPEL
PNB
18,61022300598
0,821

GOAU4
GERDAU MET
PN
6,23395804397
0,813

DURA4
DURATEX
PN
16,00030627148
0,794

CCRO3
CCR RODOVIAS
ON
16,80934320154
0,793

EMBR3
EMBRAER
ON
30,98085481527
0,792

BRTO4
BRASIL TELEC
PN
25,83070614185
0,761

BRTP4
BRASIL T PAR
PN
19,06464422680
0,733

PCAR4
P.ACUCAR-CBD
PN ED
13,11991143467
0,730

VCPA4
V C P
PN
9,04471113453
0,704

CPFE3
CPFL ENERGIA
ON
11,05947602296
0,684

TNLP3
TELEMAR
ON
8,47284167594
0,637

JBSS3
JBS
ON ED
47,52360665117
0,605

USIM3
USIMINAS
ON EB
4,47644629819
0,561

RSID3
ROSSI RESID
ON
22,36230096532
0,541

SBSP3
SABESP
ON
8,81023584932
0,540

CRUZ3
SOUZA CRUZ
ON EJ
7,63477626205
0,524

UGPA4
ULTRAPAR
PN
5,56742575638
0,479

KLBN4
KLABIN S/A
PN
49,91545485519
0,478

BNCA3
NOSSA CAIXA
ON
11,32103964777
0,424

TRPL4
TRAN PAULIST
PN
5,37331461901
0,344

BRTP3
BRASIL T PAR
ON
4,27958518841
0,340

TCSL3
TIM PART S/A
ON
29,55155814206
0,333

LIGT3
LIGHT S/A
ON
7,59232074216
0,280

TMAR5
TELEMAR N L
PNA
1,87623517009
0,265

TLPP4
TELESP
PN
4,02374772205
0,260

CGAS5
COMGAS
PNA
2,71243472198
0,186

TMCP4
TELEMIG PART
PN
2,20645194766
0,186

CLSC6
CELESC
PNB ED
2,68047909532
0,182

CCPR3
CYRE COM-CCP
ON ED
6,25995340519
0,098

* : COTACAO POR LOTE DE MIL ACOES
PREGAO BASE: 30/04/2008

 

Calculando o Endividamento Pessoal

Na matemática financeira corporativa e na contabilidade gerencial existem alguns indicadores capazes de estudar a saúde financeira das empresas, especialmente sob a ótica numérica e comparativa. Um dos principais indicadores diz respeito à natureza e perspectiva das dívidas, sejam elas com terceiros ou com os próprios acionistas. Bacana, mas e na vida pessoal?

Será que somos capazes de trazer os cálculos corporativos para a esfera particular? Sim, isso é possível e muito simples. A idéia, então, é calcular quanto de sua receita permanece comprometida com dívidas ao longo do mês? Jóia! Vamos encontrar a porcentagem representada pelas dívidas em relação ao que você ganha mensalmente?

Índice de Endividamento Pessoal
Para calcular a importância de seus compromissos financeiros, basta dividir o total das dívidas mensais pela receita líquida do mesmo período. O resultado será um coeficiente que, multiplicado por 100, indicará a exata porcentagem das dívidas em relação ao que você ganha. Reveja a fórmula abaixo e então um exemplo:

Calculando o Índice de Endividamento Pessoal

Suponha que Maria possui as seguintes dívidas:

  • Prestação da moto: R$ 180,00
  • Empréstimo (CDC): R$ 260,00
  • Cartão de crédito: R$ 250,00
  • Total das dívidas: R$ 690,00

Maria tem uma receita líquida mensal (salário total e 13° mensal proporcional, mas deduzidos impostos, INSS etc) de R$ 1850,00. Se dividirmos o total das dívidas (R$ 690,00) pela receita líquida (R$ 1850,00), temos um coeficiente de 0,37. Quanto isso representa? Basta multiplicar o coeficiente por 100 para notar que Maria compromete 37% de sua renda pagando dívidas.

Como interpretar o índicador?
A questão é polêmica e possui diferentes avaliações por parte de especialistas em finanças pessoais. Idade, número de filhos, renda e outras variáveis podem influenciar a interpretação do cálculo, mas de acordo com meus autores prediletos e trabalhos de consultoria, acredito nos seguintes valores:

  • Até 30% ou um terço da renda - Parcela administrável pela maioria da população. No entanto, não se acomode. O ideal é não ter dívidas, portanto lute para extingui-las e passe a investir o terço antes comprometido;
  • Entre 30% e 35% - Importante trabalhar para reduzir as dívidas, mantendo-as dentro do máximo administrável e da filosofia do item anterior;
  • Entre 35% e 40% - O aperto financeiro não permite nehuma mudança estrutural ou nas receitas, o que é perigoso. É necessário reduzir as dívidas imediatamente, ou corre-se o risco de inadimplência e problemas em caso de emergências;
  • Acima de 40% - Com quase metade da renda comprometida, fica quase impossível honrar todos os compromissos financeiros e o efeito “bola de neve” dos empréstimos e financiamentos pode transformar a situação em um verdadeiro caos. Reavalie toda a sua situação financeira e reduza suas dívidas!

Para usar as referências acima, inclua no cálculo das dívidas a prestação da casa (ou aluguel se você for inquilino). A questão principal do artigo é bem simples: se você compromete parte de sua receita líquida para pagar dívidas, como será capaz de investir e planejar o futuro? Como exercício, defina uma meta de investimento a ser cumprida a partir do montante devido.

Se você está no grupo que compromete 35% da renda, que tal tentar investir 10% todo mês? Reduza seu endividamento para 25% (dentro do administrável) e invista a diferença (10%). Os efeitos no médio e longo prazos serão fantásticos e você não correrá o risco de afundar-se cada vez mais em problemas financeiros. Como pode perceber, o cálculo do indicador de endividamento é apenas o começo. Leia mais sobre endividamento:

 

Juros Compostos e seu poder!Alberto comenta: “Navarro, decidi investigar melhor as alternativas de investimento disponíveis no mercado e percebi que muitos dos produtos oferecem rentabilidades semelhantes, com diferenças que nem sempre passam de 0,5%. Como não sei o impacto deste diferencial no futuro, peço sua ajuda. Afinal de contas, vale a pena brigar por 0,5%? Pode demonstrar, sem complicar, o tal juro composto? Obrigado.”

Lembro-me de uma das primeiras aulas de Engenharia Econômica Avançada, quando o ilustre Prof. José Arnaldo lançou a seguinte pergunta aos alunos da pós-graduação: “Pessoal, 0,5% é muito? É pouco? Por que”? A cada instante a palavra mudava de mãos. Cada aluno tinha tempo para comentar sua resposta, sem pressão ou impressão de certo ou errado. Os que respondiam “Depende!” ouviam, imediatamente, a réplica incisiva do professor. “Depende de quê”?

“É muito!”, respondi com convicção. Lembrei-me de quatro anos seguidos de investimentos[bb] conservadores, realizados durante meus primeiros anos de trabalho, e do aprendizado adquirido depois de confrontá-los com as opções feitas por alguns de meus familiares. Fiquei para trás, escolhi mal os produtos bancários disponíveis e senti na pele o tamanho real do meio ponto percentual comentado em sala de aula.

“É muito Conrado? Por que?”, retrucou imediatamente o mestre. “O efeito dos juros compostos transforma esse 0,5% em uma enorme diferença no futuro, para o bem ou para mal. Investi mal durante alguns anos e percebi a falta desse meio ponto percentual”, respondi. O saudável bate-papo entre alunos e professor prosseguiu e o tema foi finalmente explorado em sua forma técnica.

0,5% é muito! Vamos entender?
Os juros sobre juros representam a mágica da multiplicação do dinheiro. Einsten, do alto de sua enorme sabedoria, afirmou que esta é a força mais poderosa do universo. Vejamos, de forma simplificada, o que os juros compostos fazem se soubermos usar seu poder:

  1. Depositamos um valor em uma aplicação;
  2. Após um mês, teremos o dinheiro aplicado mais o valor dos juros;
  3. No mês seguinte, os juros incidirão sobre o montante acumulado e assim sucessivamente.

Simples, não? É como se tirássemos o dinheiro (já com os juros) todo mês e o reaplicássemos. Mas como notar, matematicamente falando, o efeito do 0,5% tão falado neste texto? A matemática dos juros compostos é simples, veja:

Equação dos Juros Compostos

Onde:
F = Valor que teremos no futuro (aquilo que queremos descobrir)
P = Valor que podemos investir no presente
i = Rentabilidade da aplicação ou investimento
n = Quantidade de períodos (tempo) em que manteremos o dinheiro investido

Um exemplo numérico bem real?
Suponha que você dispõe de R$ 10 mil para investir e são duas as alternativas presentes no momento. O Produto A oferece rentabilidade líquida mensal de 0,5%, enquanto o Produto B oferece rentabilidade líquida de 1%. Perceba que referencio a rentabilidade como líquida porque devemos, sempre, descontar a inflação do valor mensal apresentado pelos bancos e instituições financeiras.

Decidimos que este dinheiro ficará aplicado por trinta anos, já que planejamos usá-lo apenas para a aposentadoria. A equação já pode ser resolvida:

F = Vamos descobrir
P = 10.000
i = 0,005 (A) e 0,01 (B)
n = 360 meses (30 anos)

Com o produto A, teremos, ao final dos 30 anos, R$ 60.225,75. O produto B, “apenas” 0,5% mais rentável, trará um saldo final de R$ 359.496,41, cerca de seis vezes maior que o do produto A. Vale notar que essa formulação é válida para uma única aplicação investida por n períodos. Quando consideramos aplicações periódicas, como a aplicação de um montante todos meses, a conta é diferente.

E ai? 0,5% é pouco?
Para satisfazer sua curiosidade, faça suas próprias contas usando o  simulador de juros compostos do dinheirama. Acesse a página de downloads e confira também os simuladores de investimentos futuros para aposentadoria. A verdade é que pequenos percentuais sempre representaram grandes oportunidades no mercado financeiro. Precisamos abraçá-las.

O artigo de hoje foi mais técnico, é verdade, mas com o único objetivo de desmistificar um pouco da matemática financeira envolvida na arte de gerir melhor nosso dinheiro . Difícil? Nem um pouco!

 

Poucos conselhos que eu gostaria de ter escutado há alguns anos atrás, quando decidi entrar nesse fabuloso mundo do mercado financeiro. Pode parecer um pouco banal, porém todos passamos pelos primeiros passos.

01 - Estude. E estude sempre! Se na sua cidade não existe a possibilidade de fazer um curso, faça um pela internet, leia, forme um clube de discussão, entre na net, mas estude sempre!

02 - Operar em qualquer mercado se faz com o cérebro, não com o bolso ou a ganância. Portanto alimente o seu cérebro: Poesia, música, pintura, cinema, literatura, história, boteco, amores… tudo isso torna suas escolhas ricas e ajuda a refletir e avaliar se está fazendo o que deseja.

03 - Administrar o seu trabalho é tão importante quanto a estratégia de investimento em si, mas nenhuma escola ensina isso. Aprenda a gerenciar e a controlar suas operações e você terá uma grande economia com aspirinas no futuro.

04 - Existem dois caminhos: Você pode se tornar um especialista (em apenas um mercado, ou um conjunto de ações ou pares) ou ser uma espécie de “clínico geral” e fazer um pouquinho de tudo, há grande fundos hedge no mundo de rendem milhões baseados nesse tipo de operações. Os dois caminhos são válidos e tem vantagens e desvantagens. Como definir a melhor opção? Aprenda a escutar você mesmo.

05 - Se você pretende evoluir profissionalmente é preciso estar antenado ao mercado e na sua evolução, existem muitas estratégias e ferramentas novas surgindo sempre.

06 - Monte um registro de operações. Analise graficamente, aprenda a utilizar ferramentas matemáticas básicas, como juros, percentuais, cálculo de drawdown, etc. Aprenda a analisar cada um desses números e avaliar se em média suas técnicas está sendo produtivos ou estão lhe furando o bolso.

07 - Crie um bom networking de relacionamento: Escrever corretamente, falar corretamente, se vestir de acordo com a ocasião e sorrir não vão causar nenhum tipo de prejuízo a você.

08 - Outro operador não é seu inimigo. Muito pelo contrário. Agindo de forma ética e incentivando outros traders a trabalharem do mesmo modo, todos saem ganhando.

09 - As vezes as coisas dão errado. Tenha a humildade de avaliar onde VOCÊ errou. É bem melhor que ficar amaldiçoando o ativo, ele não tem culpa dos seus erros.

Você conhece o Investimetria ?

 

A essência de saber investir

Categorias : , . Postado por Gustavo


Muitas pessoas afirmam que investem seus recursos, porém não o fazem. Elas têm a ilusão de que investem porque alocam parte de suas riquezas em algo que entendem como não sendo consumo imediato. Mas nem todo dinheiro que é direcionado para algo que possa ser revendido, isto é, convertido novamente em dinheiro no futuro, é considerado investimento.


Tudo que ganha valor no tempo é um investimento, desde que você tenha condições de usufruir dos resultados obtidos com o aumento de valor. Na linguagem usada por especialistas, um investimento precisa ter liquidez, ou seja, a transformação dele em dinheiro deve ser viável quando você precisar. Não considero a casa própria, por exemplo, um investimento. Por mais que ela tenha potencial de valorização, dificilmente você aceitará, no futuro, vender sua casa supervalorizada e mudar-se para uma moradia econômica, visando viver dos rendimentos da diferença poupada. É mais provável que você ofereça a casa como entrada em uma moradia mais cara ainda. Casa própria, portanto, é consumo. Investir vai bem além de comprar bens que valorizam.